O Brasil, desde época colonial, envia produtos variados para Europa. Porém, um produto sem precedentes na história das transações comerciais do país está em primeiro lugar no ranking feito pela Datafolha: o papel higiênico.
Esse fato não é um fenômeno ocasional, mas sim uma consequência. Devido à qualidade superior e o baixo custo de produção, importar papel higiênico do Brasil se tornou mais vantajoso do que produzi-lo na Europa.
Laranja, café, manga e até mesmo a madeira encontram-se em desvantagem no ranking de produtos mais solicitados pelo mercado europeu. No primeiro trimestre deste ano a quantidade exportada através do Atlântico foi superior a 20 milhões de rolos de papel. A perspectiva para este ano é que as encomendas continuem aumentando em um ritmo agressivo.
A indústria do papel higiênico comemora o momento e afirma estar preparada para atender a demanda do mercado externo sem afetar o fornecimento do mercado interno.
Essa é uma excelente notícia para economia brasileira, já que o aumento das exportações elevará a geração de empregos e proporcionará crescimento no PIB (Produto Interno Bruto).
Texto fictício com propósito educacional.